Recusamos escopo aberto.
Todo projeto começa com uma pergunta concreta, um prazo e um critério de pronto. Se não conseguimos escrever os três, não começamos.
Somos seis pessoas, três cidades, quase sete anos. Trabalhamos com diretorias que querem usar melhor os próprios dados sem montar uma área inteira só para isso.
O estúdio nasceu em 2019, no ano em que três amigos descobriram que estavam respondendo perguntas parecidas em empresas diferentes.
Helena vinha do Insper, Rafael da engenharia de uma fintech e Carolina coordenava a área quantitativa de uma operadora de saúde. Os três notaram o mesmo padrão: empresas de médio porte tinham dado certo crescendo no susto, mas começavam a perder qualidade de decisão exatamente no momento em que precisavam decidir mais rápido. O estúdio foi montado para atender esse intervalo.
O primeiro escritório era um andar dividido com um produtor de cinema, na rua Augusta. Hoje ocupamos um conjunto inteiro na avenida Paulista, com sala de oficina, biblioteca pequena e uma cozinha que funciona como entrevista preliminar para quase todo cliente novo.
Não são valores institucionais. São combinados práticos sobre como conduzimos um projeto, escritos para serem cobrados pelo cliente.
Todo projeto começa com uma pergunta concreta, um prazo e um critério de pronto. Se não conseguimos escrever os três, não começamos.
Não usamos camadas de pré-vendas, gerentes intermediários ou consultores externos para escrever o material final. Quem conversou na sala, faz.
Toda entrega inclui a lista do que ainda não confiamos, o que ficou de fora, e o que recomendamos para uma próxima fase. Sem maquiagem.
O sucesso de um projeto é o cliente passar a precisar menos de nós. Treinamento e documentação são partes do entregável, não extras.
Um relatório bom dura cinco anos. Um combinado bom dura uma geração.
Cada projeto envolve uma dupla fixa do estúdio: uma pessoa de conteúdo e uma pessoa de engenharia. A rotação acontece apenas em projetos longos, com aviso prévio.
Doutora em economia aplicada pelo Insper. Coordena os projetos de estratégia analítica e atende as diretorias executivas.
Quinze anos em arquitetura de dados, dois deles no Banco Central. Cuida das frentes técnicas e da relação com fornecedores.
Doutora em estatística pela USP. Responsável por todos os modelos preditivos e pela revisão metodológica das entregas.
Ex-engenheiro de uma rede de supermercados regional. Constrói transformações em dbt e mantém os pipelines em produção.
Formada em design gráfico pela Unisinos. Cuida do desenho dos painéis, da consistência visual e do material editorial do estúdio.
Conduz contratos, prazos e os encontros quinzenais de acompanhamento. Ponto de entrada para qualquer cliente em projeto continuado.
Indicadores consolidados desde a fundação, em maio de 2019. Conferidos manualmente toda primeira segunda-feira do mês.
Primeira sede dividida com um produtor de cinema na rua Augusta.
Indústria têxtil paulista que segue conosco até hoje, em quinto ciclo.
Saída da Augusta para o conjunto 154 do edifício 1842, onde estamos.
Entrada de Mateus Vieira na coordenação de operações e atendimento.
Pequena seleção dos temas que aparecem todo trimestre nas reuniões iniciais. Servem mais como aviso ao cliente do que como manifesto interno.
Recebemos visitas presenciais às quartas pela manhã e às sextas no fim do dia. Trinta minutos costumam ser suficientes para entender se faz sentido seguir.